Se olharmos para uma multidão veremos que não existe uma única pessoa com o rosto igual outro. Somos todos diferentes. Temos tons de voz diferentes, andamos diferente um dos outros, gesticulamos diferentemente, enfim, cada um é único. Por que então a escola quer tanto massificar os alunos? Por que não se respeita a individualidade de cada um?
Como pode a escola, lidando com seres tão diferentes querer avaliar de 0 a 10 o que o aluno “aprendeu” se a maneira como lhe foi explicada foi igual para todos.
Fala-se de maneira igual para entendimentos diferentes.
Como pode o entendimento do aluno ser avaliado se ele não teve oportunidade de vivenciar nada do que foi dito!
E quanto ao aluno que tem potencialidades diferentes das abordadas em sala de aula? Como a escola poderá saber se nunca olhou para este aluno de forma diferenciada. Nunca proporcionou possibilidades que permitisse esse afloramento.
Acredito que é aí que mora o segredo. Permitir que o aluno se manifeste em relação ao que lhe é importante. Sobre suas habilidades, preferências. Sobre qual é o seu ritmo, seu tempo de desenvolvimento.
É o respeito à individualidade. É saber que cada um é cada um. No momento em que as diferenças forem somadas numa sala de aula, aí sim haverá o desenvolvimento das competências.
Ao se respeitar a individualidade se está respeitando o direito à criação, e a criatividade é a ferramenta principal numa época em que o conhecimento é o diferencial.
Atrelado a tudo isso deverá a escola propiciar, além de uma formação sólida, conhecimentos extras que serão condições de oportunidades para o aluno atuar em diferentes áreas passando a dominar as diferentes informações culturais e tecnológicas, bem como desenvolver sua capacidade de inovação tornando-se predisposto a mudanças mantendo-se, dessa forma, atualizado e desenvolvendo postura crítica que lhe propiciará a interpretação antecipada das necessidades futuras da sociedade.
A educação estará, dessa forma, investindo nas principais características para se formar um profissional de sucesso.
Como pode a escola, lidando com seres tão diferentes querer avaliar de 0 a 10 o que o aluno “aprendeu” se a maneira como lhe foi explicada foi igual para todos.
Fala-se de maneira igual para entendimentos diferentes.
Como pode o entendimento do aluno ser avaliado se ele não teve oportunidade de vivenciar nada do que foi dito!
E quanto ao aluno que tem potencialidades diferentes das abordadas em sala de aula? Como a escola poderá saber se nunca olhou para este aluno de forma diferenciada. Nunca proporcionou possibilidades que permitisse esse afloramento.
Acredito que é aí que mora o segredo. Permitir que o aluno se manifeste em relação ao que lhe é importante. Sobre suas habilidades, preferências. Sobre qual é o seu ritmo, seu tempo de desenvolvimento.
É o respeito à individualidade. É saber que cada um é cada um. No momento em que as diferenças forem somadas numa sala de aula, aí sim haverá o desenvolvimento das competências.
Ao se respeitar a individualidade se está respeitando o direito à criação, e a criatividade é a ferramenta principal numa época em que o conhecimento é o diferencial.
Atrelado a tudo isso deverá a escola propiciar, além de uma formação sólida, conhecimentos extras que serão condições de oportunidades para o aluno atuar em diferentes áreas passando a dominar as diferentes informações culturais e tecnológicas, bem como desenvolver sua capacidade de inovação tornando-se predisposto a mudanças mantendo-se, dessa forma, atualizado e desenvolvendo postura crítica que lhe propiciará a interpretação antecipada das necessidades futuras da sociedade.
A educação estará, dessa forma, investindo nas principais características para se formar um profissional de sucesso.

Nenhum comentário:
Postar um comentário